O Brasil será o centro das atenções globais neste ano quando sediar a COP 30 — a 30ª edição da Conferência das Partes das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que acontecerá em Belém, no Pará. Esse é um momento histórico para o país e, principalmente, uma oportunidade única para os jovens entenderem que o combate às mudanças climáticas depende também de atitudes individuais e coletivas.

Pela primeira vez no Brasil, a COP é um encontro anual que reúne representantes de quase 200 países para discutir os impactos ambientais mais urgentes do planeta. Mais do que uma conferência política, é um espaço de troca, aprendizado e tomada de decisões que podem influenciar diretamente o futuro ambiental do mundo. Neste ano será de 10 a 21 de novembro.

A professora de Biologia do Anglo Renovação, Graziela Renata Stoppa, que destaca que “A COP 30 é uma ferramenta, uma oportunidade para os jovens se atualizarem, se conscientizarem e se comprometerem com a sobrevivência do planeta e, consequentemente, com a nossa própria sobrevivência”.

Segundo a professora, é fundamental que cada jovem compreenda que pequenas ações têm grande valor principalmente quando inspiram outras pessoas. 

“Atitudes como consumir menos, reciclar, reutilizar, economizar água e energia, utilizar mais a bicicleta ou caminhar em vez de usar o carro todos os dias fazem diferença”, ressalta.

Graziela lembra que o Brasil tem agora uma chance histórica de mostrar ao mundo a força da Amazônia, tanto na conservação da biodiversidade quanto na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. 

“O fato de a COP acontecer no Pará coloca em evidência a importância do nosso bioma mais rico e oferece ao Brasil a oportunidade de assumir um papel de liderança global na pauta ambiental”, disse a docente.

A COP está aí, mas afinal, o que os jovens podem fazer, na prática? O primeiro passo é informar-se: buscar reportagens, vídeos, livros e conteúdos que expliquem os temas discutidos na COP. Depois, é fundamental compartilhar esse conhecimento, seja com amigos, em casa, na escola ou nas redes sociais. Além disso, existem programas como o Youth Climate Champion e o PYCC (Programa de Juventude e Mudanças Climáticas), que incentivam o protagonismo juvenil nessa causa.

Outro ponto importante é rever hábitos de consumo. Graziela destaca que o consumismo desenfreado afeta não só o meio ambiente, mas também a saúde financeira das pessoas. 

“Você não precisa ser vegano para ajudar o planeta, mas pode reduzir o consumo de carne, isso já contribui para diminuir a emissão de metano (CH4). Da mesma forma, deixar o carro na garagem e optar por uma caminhada ou pedalada sempre que possível são ações que geram benefícios ao planeta e à saúde”, exemplifica.

No Colégio Anglo Renovação, os temas ligados à sustentabilidade já fazem parte da rotina pedagógica há bastante tempo. O currículo integra conteúdos de Biologia e Geografia, além de projetos, trabalhos, debates e podcasts que envolvem os alunos em discussões relevantes.

“A escola é o lugar onde o conhecimento e as ideias ganham força. Professores e instituições precisam ser fonte de inspiração e exemplo”, afirma a professora.

”A COP 30 tem tudo para ser um marco histórico, mas as mudanças mais significativas começam agora com atitudes conscientes, responsabilidade social e vontade de fazer a diferença. Porque cuidar do planeta não é tarefa para o futuro e sim compromisso do presente”.

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